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Edifício Entreparedes

O Olhar

Rua de Santana, 16

Inserido num quarteirão de origem medieval no Centro Histórico do Porto, o edifício faz gaveto com a Travessa de Santana e Largo da Pena Ventosa.

Localizada no Bairro da Sé, a rua de Santana tem na sua origem a Porta de Sant’ Ana que era uma das quatro Portas da Muralha Românica do Porto que permitia o acesso à zona Ribeirinha e Mercantil da cidade. Devido ao estado de ruína em que se encontrava, a proposta arquitetónica passou por demolir todo o interior do edifício, deixando apenas as paredes de fachada em granito de boa qualidade.

Architecture Cláudia Patrícia Pires Machado
Estruturas José Paulo Tavares Coimbra
Térmico Raul Leandro Gomes da Silva
Acoustique Raul Leandro Gomes da Silva
Hidráulicos Raul Leandro Gomes da Silva
Gás Raul Leandro Gomes da Silva
Eletricidade José Duarte Fernandes Pereira
ITED José Duarte Fernandes Pereira
CVCA Frederico Augusto Dias Esteves

O Lugar

O edifício de 6 pisos tem a particularidade de configurar três entradas independentes, uma em cada fachada. Esta característica foi o ponto de partida para o programa arquitetónico – encaixar 3 habitações independentes, sendo uma delas a residência dos proprietários.

O difícil acesso à Rua de Santana e os pés direitos reduzidos ditaram também a solução construtiva – construção leve, com perfis em ferro e paredes em gesso cartonado. Onde foi possível, valorizou-se as paredes em granito deixando-as à vista, bem como uma parte da rocha que existia no RC, que foi incluída na instalação sanitária de uma das casas.

No último piso, a pequena varanda presenteia-nos com uma das melhores vistas sobre a cidade do Porto.

Um presente ao qual não podemos resistir.

Rua de Santana, 16

L'oeuvre

Esta obra no coração da cidade do Porto, caracterizou-se pela construção de 3 habitações independentes e partiu da demolição total da estrutura em madeira e a sua reconstrução em metal.

A cobertura foi executada em madeira e revestida a telha cerâmica. Na casa principal foi construído um elevador para facilitar o acesso aos pisos superiores. A caixilharia em madeira homologada, com vidro duplo, permitiu manter um eficaz compromisso entre a preservação das características arquitetónicas, o conforto e qualidade exigidos quer a nível térmico, quer a nível acústico.

Construção

Reabilitação

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